Soja?? Hum… não foi dessa vez!!
29 jan 2010 3 Comentários
em 1 Tags:diferenças, jogos, recife, superliga, vôlei
Me disseram que quem escuta o primeiro “Cazá!” nunca esquece. Posso dizer que é verdade. Cazá é o grito de guerra do Sport ( time de futebol) cada vez mais usados nos nossos jogos de vôlei aqui. É assim “Cazá, cazá, cazá, cazá, cazá, a turma é mesmo boa é mesmo da fuzaca! Sport! Sport!!!!”. Meu primeiro jogo pelo Sport estive na arquibancada pois minha documentação ainda não estava pronta, mas ontem pude do banco sentir a força e a participação da torcida que impressiona. Impressionante mesmo é como eles continuam, perdendo ou não, a torcer, gritar e animar o time. Recebemos ontem o Sollys/Osasco e depois de 2h23m ganhamos de suados 3×2. Nem Adenizia com seus 21 pontos ou Natália com 19 ou as outras 6 da seleção brasileira foram bastantes pra conter o nosso time com Nikolle 17 pontos e Flávia também com 17. Unidos: arquibancada, banco, comissão e as titulares conseguimos com muito esforço com os treinos da semana, ganhar. Recém chegamos de Belo Horizonte, sede do Patrocínio oficial, com duas derrotas, uma do Minas/Usiminas de 3×2 também batalhados, e outro pelo Mackenzie de 3×0 praticamente sem explicação. Essa vitória nos trouxe mais animo e confiança para os próximos jogos que serão importantíssimos para subirmos ainda mais na classificação. Sábado dia 30/01, receberemos o Pinheiros/Mackenzie aqui no Marcelino Lopes ás 16h local e semana que vêm enfrentaremos o Praia e o Vôlei Futuro; logo termina a primeira fase. Pra quem acha que ficar no banco é coisa boba se engana. Ser reserva é complicado, geralmente entramos no lugar de alguém que está mal ou entramos por termos algo que pode tornar decisivo em alguns momentos, como exemplo entrar para sacar. Treinamos como todas e a pressão que nós é colocado na hora de entrar é enorme. Geralmente escutamos comentários dos torcedores, raiva de técnicos, entramos “frias” e em situações que o time precisa de uma super virada. Damos a alma quando nos é solicitado, e ai quando escutamos o nosso nome e só de mudar para da cor verde para a laranja parece que tudo muda, a calma que estamos ao ver a partida é esquecida e aí quando cumprimos o que nós foi solicitado a sensação de capacidade e satisfação. Destaque para “pretinha” (Andréia) que entrou em momento decisivo ontem e fez sua parte, no tie-break conseguimos virar com ela no saque e tudo dando certo no nosso lado, perdiamos por 8 a 5, empataramos 8-8 e fecharamos em 15-12. Parciais de 25-18, 12-25, 26-24, 16-25 e 15-12.

jan 29, 2010 @ 17:22:11
Parabenizo-o pelo lúcido comentário,irretocável. Quando dizem “vestir a camisa” de um time, tem um significado muito forte, que transcende o simples ato físico de cobrir o corpo. Ali,está a vontade, a responsabilidade de dar o melhor para a equipe que lhe acolheu!A força da camisa vêm do grito vibrante da torcida que sai de casa com sol, chuva,problemas pessoais e deixa tudo para ver suas cores triunfarem,fazendo-lhes vibrar de alegria.O suor que lhe escorre pelo corpo vale o esforço e muitas vezes mistura-se com lágrimas de emoçao por fazer tudo que deve, e ser recompensada pelo amor de tantas pessoas que merecem nosso respeito! O que seria a vida sem esses momentos?Parabéns Sport Club Recife, lute sempre por sua bandeira,empunhando o lema: Até a vitória sempre, unidos venceremos!!!
jan 29, 2010 @ 22:19:32
Pai fiquei emocionada com o seu comentário e muito, mas muito feliz por ter gostado. Te amo. Saudade, beijos.
mar 05, 2010 @ 01:18:38
eu sei que está atrasado… mas… que maneiro, hein? vc está poderosa, mocinha! parabéns! beijos!